setembro 03, 2010

Curiosidades sobre a Água-Viva Juba de Leão (Cyanea capillata)



Zoologger: Death by world's longest animal
01 September 2010
(by Michael Marshall - New Scientist) 




Zoologger is our weekly column highlighting extraordinary animals – and occasionally other organisms – from around the world.
Species: Cyanea capillata
Habitat: cold waters of the Arctic, north Atlantic and north Pacific Oceans
A venomous medusa-like beast as long as a blue whale has emerged as an unlikely defender of the world's oceans.
The lion's mane jellyfish is the largest jellyfish known and a contender for the longest animal of all time. Its bell can be 2.5 metres across, and its tentacles can stretch over 30 metres – about the same length as a blue whale. This is 10 metres longer than the tentacles of the famous Portuguese man-of-war – which in any case is not a true jellyfish but a hydrozoan.
Now Aino Hosia of the Institute of Marine Research in Bergen, Norway, and Josefin Titelman of the University of Gothenburg in Sweden have found that captive lion's manes will readily prey on sea walnuts – transparent animals of the comb jelly type and a voracious invaders of the world's oceans – and may help to control their numbers in the wild.
The sea walnut is native to the western Atlantic, but has now spread to the North Sea and even to the chill waters of the Baltic. It feeds on tiny plankton, devastating their populations – and in turn it brings about crashes in the numbers of fish that depend on the plankton for food. Like many species invading new territories, it had been thought to have avoided significant predation – but no longer.

          Four ages

The lion's mane jellyfish passes through four stages over the course of its life: larva, polyp, ephyra and the familiar medusa. Each medusa is either male or female, and the female carries her fertilised eggs with her until they develop into larvae.
Each tiny, free-swimming larva – also known as a planula – heads off and installs itself on a rock, which is carefully selected to allow it to hang head-down in the shade, and develops into a polyp. This looks like a miniature sea anemone, and is also known as the scyphistoma because the terminology wasn't confusing enough already.
After feeding for several months the polyp begins reproducing asexually, making many identical ephyrae. This generally happens in early spring. Each ephyra breaks away and sets off on its own, and may – if it gets enough gelatinous prey – eventually become a full-size medusa.

          Sunscreen and stings

The name "lion's mane" comes from the jellyfish's tentacles, which come in shades between yellow and red. They are covered with tiny cells bearingdangerous toxins that can paralyse prey animals and cause fatal heart attacks in lab rats.
Humans who get caught in the tentacles generally suffer only mild reactions, unless they are allergic or receive many stings. Slathering yourself with sunscreen apparently protects against the worst of it.
Nevertheless, and despite giving only a limited ability to move around, the tentacles make the lion's mane a formidable predator. It readily catches small fish, and also targets many other jellies, including the large moon jellyfish.
So it should come as no surprise that the lion's mane targets the invasive sea walnut – though it is not as successful as it is against more familiar prey. Hosia and Titelman found that the sea walnuts escaped 90 per cent of the time, though they generally suffered damage in the process and were more likely to succumb after repeated assaults.
Still, with enemies like the sea walnut, we need friends like this.

setembro 02, 2010

Conservação "EX SITU". Você sabe o que é isso??

Quando a idéia é boa acho que devemos, além de conhecer como funciona tomá-la como exemplo.


Conheça o: PROJETO DE CONSERVAÇÃO EX SITU DE ORGANISMOS FLUVIAIS


Os cursos de água portugueses encontram-se hoje sob forte pressão e, muitos deles, estão sujeitos a uma degradação extrema. 
Os efeitos combinados das descargas de poluentes, urbanos e industriais, os quais geram a contaminação dos cursos de água com excessos de nutrientes, e de estios prolongados e secos, tornam-se devastadores para os organismos fluviais. 
Em paralelo, a invasão de infestantes, muitas vezes potenciada pelo corte sistemático da vegetação ribeirinha, está colocando em risco algumas espécies, contribuindo para a sua pré-extinção. 
De entre estas, as que necessitam de medidas de emergência são cinco peixes: o Ruivaco do Oeste (Achondrostoma occidentale), a boga-portuguesa (Iberochondrostoma lusitanicum), o escalo do Arade  (Squalius aradensis), o escalo do Mira (Squalius torgalensis) e a boga do Sudoeste (Iberochondrostoma almacai).
Além dos animais três plantas: o narciso do Algarve (Narcissus willkommi), o trevo-de-quatro-folhas (Marsilea quadrifolia) e a Pilularia minuta também estão sofrendo com toda essa degradação. 
Em virtude disto, no início de 2008, uma grande parceria foi constituída surgindo o Projecto de Conservação ex situ de Organismos Fluviais. 
Parceria esta que envolve o Aquário Vasco da Gama, o Instituto Superior de Psicologia Aplicada, a Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa (Quercus), a EDP - Energias de Portugal e a Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos no sentido de efetuar ações de conservação ex situ destas espécies, para manter e reproduzir os espécimes em boas condições. 
Em uma segunda fase, que será desenvolvida a médio ou longo prazo, o projeto prevê a utilização destas populações em ações de repovoamento dos rios, associadas a projetos de recuperação de linhas de água.

Vamos apoiar este idéia e seguir o exemplo em nossas águas aqui no Brasil ! ! !

setembro 01, 2010

Curiosidades sobre os Anfíbios

Curiosidades - Anfíbios

(Naturalink)

VOCÊ SABIA ???

1. O nome anfíbio deriva do latim “anfi” = dupla, e “bios” = vida,
e faz alusão ao facto das espécies deste grupo apresentarem durante
o ciclo de vida uma alternância de fases aquáticas - GIRINOS e
terrestres – ADULTOS.
2. A pele dos anfíbios é nua, desprovida de pênas, pêlos ou escamas
com funções respiratória, de regulação hídrica e proteção.
3. Atualmente são descritas 6629 espécies de Anfíbios
(http://amphibiaweb.org) sendo o 2o. menor grupo entre os vertebrados.
4. Os primeiros anfíbios, com as características típicas do grupo,
surgiram há cerca de 300 milhões de anos.

5. Quando pensamos em anfíbios normalmente surge-nos a imagem de
um sapo ou de uma rã mas estes constituem apenas um dos 3 grupos
de anfíbios (o mais numeroso) – Anuros, cujos adultos não apresentam
cauda e possuem os membros posteriores mais desenvolvidos que os
anteriores; existem ainda os Urodelos (Salamandras, Tritões) – os adultos
têm cauda desenvolvida e todos os membros são aproximadamente do
mesmo tamanho; e os Ápodes – os adultos são desprovidos de patas e
cauda (ocorrem somente nos trópicos).
6. Os anfíbios apresentam, em geral, um claro dimorfismo sexual, os
machos de Anuros possuem sacos vocais que lhes permitem emitir sons
para atrair as fêmeas e manter afastados outros machos.
7. A maioria das espécies de anfíbios são ovíparas – ovos que são
depositados em determinados ambientes, mas há espécies ovovivíparas
– ovos se desenvolvem no interior do corpo materno, ou vivíparas – os
filhotes se desenvolvem no interior do corpo da mãe que lhes fornece
alimento.
8. Os ovos são normalmente depositados em meios aquáticos ou com muita
humidade e a época de reprodução ocorre, geralmente, quando há maior
pluviosidade e as temperaturas são mais amenas.
9. As posturas dos anuros podem incluir vários milhares de ovos que
formam
um cordão, ou uma massa esférica, ou que são depositados
isoladamente.
10. As larvas de Anuros e Urodelos, por serem aquáticas, respiram por meio
de brânquias.
11. O melhor momento para observar anfíbios coincidem com as suas horas
de atividade (crepuscular ou noturna).
12. Os anfíbios são ectotérmicos – não produzem calor e durante o inverno,
quando as temperaturas são muito baixas, algumas espécies podem
apresentar
períodos de inatividade (hibernação) e no verão, o mesmo
ocorre, porém o
fenômeno é chamando de estivação.

13. Os adultos são carnívoros e se alimentam normalmente pequenos
invertebrados: insetos, aranhas ou moluscos.
14. Para caçar recorrem sobretudo à visão embora algumas espécies
(tritões ou salamandras) utilizem também o olfato.
15. Porém as larvas(girinos) são herbívoras alimentando-se da vegetação
aquática.
16. São presas de vários animais maiores que incluem peixes (truta),
répteis
(cobra-de-água), aves (cegonhas) e mamíferos (lontra).
17. As cores vivas de certos anfíbios tropicais (gênero Dendrobates,
amazônicos)
são um aviso aos predadores de sua toxicidade, mas os
anfíbios podem adotar
outras estratégias para se proteger como o
aumento de volume, a emissão de sons intimidatórios, o mimetismo
ou a fuga.
18. A salamandra-lusitânica tem a capacidade de perder a cauda para
fugir aos predadores
19. O sapo-de-unha-negra foge dos predadores enterrando-se no solo
arenoso.
20. Os sapos-parteiros não fazem posturas em meio aquático uma vez
que os machos transportam os ovos no seu dorso até ao momento
da eclosão.
21. Foram descobertas na Austrália 2 espécies de rãs cujo desenvolvimento
ocorria no interior do sistema digestivo materno mas que se extinguiram
poucos anos depois de terem sido descritas.
22. A menor rã do mundo tem apenas 10mm, ocorre no Perú e tem como
nome científico Eleutherodactylus ibéria; a menor espécie de sapo também
tem 10mm, tem o nome científico Brachycephalus didactylus e é brasileira,
conhecida como sapo-pulga.

23. O maior sapo do mundo ocorre na África Ocidental, Conraua goliath
sendo conhecido como Sapo-golias.
24. Em cativeiro os Sapos e Rãs vivem normalmente entre 1 e 10 anos
mas podem ultrapassar os 35 anos; os Urodelos vivem entre 20 e 25
anos em cativeiro mas podem ultrapassar os 50 anos.
25. A maioria das espécies cuja pele segrega toxinas não as produz
diretamente, mas obtém-nas dos insectos de que se alimenta.

Espero que tenham gostado. Abraços, Vanessa